Como é bem humano sermos humanos.
Humanidade, sinônimo de erro; cheia de vaidade.
Somos todos seres errantes e mega variantes.
Deveras extravagantes, no ato de andar
como gigantes, de modo assaz errante.
Sonhamos em ser romanos, ao menos um pouco
menos humanos, mas dominantes e imperiosos.
Somos escravos em nossa própria liberdade, livre arbítrio
ou coisa do tipo.
Soberania divina? "Apenas a nossa!" exclama nosso ego inflado.
Porém estupefato diante das fraquezas que nos dilaceram e
nos conduzem à sepultura e ao sheol dos dias atuais.
Com o passar do tempo e a razão estapafúrdia, martelando
em nossas mentes, clima gélido e pragmático... clama o grito
da razão: "Sou pó; nada mais, porém nada a menos!"
"Conflitante mente divagante" 22/06/2016 - Gabriel Meiller Nunes
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